quinta-feira, maio 27, 2010

Um alerta para um pequeno sobressalto, sempre possível de solucionar!

Caros Ex-Alunos:
Só agora pude verificar o correio electrónico, desde há dois dias, data em que recebi contacto telefónico e electrónico do nosso Manuel Gouveia. Lá encontrei um pequeno ALERTA relativo ao nosso Encontro próximo. De certeza que se faz o Encontro, mas, quanto ao local, ainda se processam as devidas diligências. Teremos que aguardar o seu desenvolvimento, que auguramos seja felizmente bem sucedido. E vamos todos torcer para que se consiga em VINHAIS!!!
O E-mail referido, recebido a 25 de Maio de 2010 00:07, enviado pelo empenhado Manuel Gouveia, entre outras coisas, reza assim:
" (...)
Quero dizer-lhe ... que, há cerca de uma hora, o Falcão me ligou a informar que este ano o encontro em Vinhais está tremido, pois lá não teremos as condições requeridas. Vamos fazer uma reunião, talvez no dia doze de Junho, da qual, se não houver decisões até lá, sairá uma tomada de posição em relação ao encontro. Então, contrariando a minha quase certeza que lhe manifestei antes deste telefonema, outra informação deve ser dada aos colegas, que [é esta]:
em relação ao local, devem aguardar o desenvolvimento das diligências que já começaram.

Os melhores cumprimentos.
Manuel Gouveia".
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Esperamos que tudo se resolva. Logo que haja mais informações sobre o Encontro dos EX, imediatamente ficarão disponíveis!

Um abraço!

segunda-feira, maio 24, 2010

Pedem para publicar... Missão ingrata, mas que fazer?


O grande amigo Manuel Gouveia telefonou pelas 16.00 horas, há, aproximadamente, 1 hora e meia, para informar de que tinha enviado um E-mail. E, claro, este chegou! É mesmo de se lhe tirar o chapéu...

Como os gostos do M. Gouveia valem por ordens, aqui fica o registo, não sem antes agradecer, publicamente, o gesto e a honra concedida:


"Meu caro Cordeiro Alves:
Os melhores cumprimentos.
Aqui lhe mando, como prometi, a minha leitura, decerto muito apressada, sobre o seu encantador livro, de cujo valor só me apercebi, depois de prometer a mim mesmo que havia de fazer dele uma leitura.
Não pela leitura mas pelo testemunho que o livro constitui, gostaria que este apontamento fosse postado no nosso Blog.
Um dia destes mando-lhe o relatório sobre o nosso encontro do ano passado, o que não será mais do que aquilo que o Cordeiro Alves e o Virgílio já disseram. Mas eu tenho de cumprir as minhas obrigações.

Renovo os melhores cumprimentos.
Um abraço do
Manuel Gouveia"


Segue, então, o Post postíssimo do nosso amigo signatário:


"Vozes emersas de tempos e de espaços em Vinhais, de F. Cordeiro Alves

A minha leitura

Para quem não esteve presente no lançamento do livro Vozes emersas de tempos e de espaços em Vinhais do nosso colega Cordeiro Alves acho por bem informar que o mesmo teve lugar no nosso encontro de 2009, com breves palavras introdutórias do abaixo assinado Manuel Gouveia e a apresentação da responsabilidade do Dr. Roberto, em representação do Presidente da Câmara Municipal de Vinhais, Dr. Américo Pereira, que assinou a Nota Introdutória.

Dedicado a “todos os Ex-Alunos, que, desde há duas décadas, vêm rumando a estas inesquecíveis paragens para o (re)encontro com as raízes dos seus sonhos …”, divide-se o livro em três partes fundamentais: “Pré-leitura”, Comunicações e “Recordando a véspera e o ingresso”.

Na “Pré-leitura”, o autor depois de nos informar de que forma surgiu este livro, faz ressaltar “o especial relevo à amizade, ao companheirismo, à potenciação profissional que esta Grande Obra do Seminário nos viabilizou”. Lembra os Amigos que não podem estar fisicamente presentes e ainda os que faleceram, salientando para com todos uma “atitude de solidariedade”.
Aberta a “mala de recordações”, a construção foi tomando forma, alicerçada sobretudo num “plano de simbolismos”.
Ao denominá-lo de “projecto inter-Amigos”, não deixa de fazer um apelo para que surjam “outras publicações do género”, acabando por augurar à “família de Ex-Alunos […] toda a realização pessoal, êxito familiar e sucesso profissional”.
Quase tudo se passa nos e sobre os encontros no Seminário de S. José de Vinhais.

As Comunicações assumem a forma de poesia ou de prosa, dividindo-se, por sua vez: dirigidas aos colegas, durante os encontros; publicadas no Mensageiro de Bragança; nas Bodas de Diamante do Seminário de S. José de Bragança; ao “Ex-Aluno João Conceição Costa”.
Temas como: o claustro, o salão de estudo, o refeitório, as pedras da calçada e os símbolos remetem-nos para recordações vivenciais, tendo como suporte, cada uma delas, um ou outro local referenciado, emoldurados com aquele símbolo – o número pelo qual passávamos, muitas vezes, a ser conhecidos e que nos acompanhava em todos aqueles locais.

E, então, não posso deixar de referir, por exemplo, “o claustro da amizade” a oferecer “um muro, um abrigo, uma esquina”, no montar dos caloiros, com o “cesto do pão e queijo americano” e a água da torneira a saciar a “estranha e subtil mágoa”; o árduo trabalho no salão de estudo, onde “os nossos rumos começaram”, salão “que a todos potenciou”, que perante dificuldades, torcia “para o nosso lado” como “uma compreensiva e meiga mãe”, o salão da “inesquecível carteira desdobrável”, para o qual o nosso reconhecimento pode ser traduzido numa “prece fervorosa” a Deus; o leitor, “a oração inicial”, os chícharos – “os heróis da lenda”, “fosfórico-tonificantes” - , e o deo gratias, a par de um verdadeiro apetite sequente à “anxiógena fome”, “frente aos talheres de alumínio amolgado”, partilhando “os ruins e os bons momentos”, tudo naquele “monacal refeitório”; o permanente incentivo das “pedras da calçada”, de cada uma registado como se elas falassem, percorridas como “um transeunte, em diáspora constante” e “agora amarradas com liga de cimento”; e sem querer entrar na polémica dos símbolos e do significado, todos estes lugares percorridos pelo 150, o mesmo que também dava pelo nome de Cordeiro Alves.
Já o Rescaldo de ENCONTROS de ex-Alunos e Mais um encontro de ex-Alunos …, em forma de crónicas no Mensageiro de Bragança, nos remetem para outras reflexões. A primeira crónica, atravessada por quatro “iniludíveis sentimentos”, como o saudosismo, o “sentimento do outro”, a contingência e o futurismo, aponta-nos para um passado em que “os valores prevaleciam sobre a subversão dos mesmos”; para o “assalto de curiosidade pelo bem-estar dos antigos colegas” e “a satisfação pelo seu sucesso”; para a preocupação pelo “imponente imóvel” que é o Seminário de S. José de Vinhais, em degradação “cada vez mais acentuada”; e, finalmente, para que destino a dar “a este cinzelante monumento das nossas vidas”, chamando aqui o importante papel que uma Associação dos ex-Alunos poderia ter, relevando, ao mesmo tempo, o esquecimento do País perante a “incomensurável oferta” que esta Casa lhe deu, ao lançar para a rede social, conforme Ao salão de estudo de incontáveis rumos de vida … : empresários, funcionários públicos, funcionários dos bancos e seguros, psicólogos, investigadores, políticos, escritores, jornalistas, académicos, juristas, professores, médicos e magistrados, todos “que lá se fizeram gente”.
A segunda crónica refere-se aos encontros como “uma ritualidade assumida e ansiosamente esperada ”, carregados de emoções e de “expressões hilariantes que abraçam o passado e demandam o futuro de tantos projectos pessoais”; e da vibração “até ao âmago” com os depoimentos, o refazer do “filme pessoal […]”, e a recordação do toque da “cabra”. É o darmo-nos um pouco aos “cantos e recantos” que nos foram tão familiares e deles bebermos a força que nos anima a prosseguir.
A finalizar, informa sobre a existência do nosso Blog, onde todos “podemos fazer ouvir a nossa voz”.

Depois, As encruzilhadas, Do para quê ao quando, Lonjura, Quem somos? e Um périplo de 50 anos, em primeira pessoa … aparecem como temas decerto fundados em situações vividas, funcionando como reflexão cujo fio condutor não se afasta muito do caminho em que, como os demais colegas, o autor, quase sem se dar conta, se viu envolvido, primeiro pelo chamamento – simbolizado pela parábola do jovem rico -; depois nas dúvidas, no despertar para o mundo e nas dificuldades a ultrapassar, representadas pela “cabalística suma”; a seguir, no problema da lonjura que impede de se alcançar o téminus da caminhada, por muito que se queira, a não ser pela força estimulante vinda “do nosso conventual casarão”; envolvido ainda numa paragem dessa caminhada para responder à questão – Quem somos? – e admitir que, sendo “netos do iluminismo, filhos do modernismo, irmãos da pós-modernidade e primos das hodiernas convulsões sociais”, a melhor resposta lhe veio de um Ex-aluno, ao revelar-lhe que “todas as pessoas olham para nós como cidadãos honestos, trabalhadores e confiáveis”; terminando no revelar dessa caminhada que, desde 1958 a 2008, o fez passar pelo Seminário e cidades europeias, onde absorveu cultura e cumpriu a sua obrigação profissional, enquanto diz rememorar factos e ouvir histórias, e – parece-me! – acabando por encontrar o términus desta sua caminhada, ao afirmar que “não mais pude conter a sede de aqui regressar, desde 98, Junho, tal é a força e a atracção que aqui me galvanizam, anualmente!”.

Muito interessante a comunicação nas Bodas de Diamante do Seminário de S. José de Bragança, desenvolvendo o tema “ser seminarista” desde os anos 30 até hoje, subdividido em três etapas, das quais, “foi testemunha, por suporte e implementação, a instituição que hoje celebra as suas Bodas de Diamante”.
A comunicação desenvolve quatro vectores […] “da influência desta indelével e destacável instituição sobre as nossas vidas”, a saber: “formação, informação, axiologia, dimensão sociológica”, testemunhando, no final, o seu profundo reconhecimento e o dos seus Colegas Ex-seminaristas “ao Seminário de S. José de Bragança por aquilo que conseguimos ser e somos, por tudo o que nos foi possível assumir e defender no percurso existencial, quer como católicos conscientes, quer como cidadãos pautados pelo humanismo, pelo sentido crítico-cognitivista e pela verticalidade ética”.

Por fim, a “carta” ao ex-Aluno, Companheiro e “secular amigo” João Conceição Costa releva o seu recente contacto com o Seminário e os Companheiros “das nossas actuais revisitas às raízes”, e identifica-o como exemplo de atenção e de solidariedade, de amizade e de admiração, enquanto não deixa de o convidar a, “caso as forças o permitam e fazemos votos por tal, no próximo Encontro 2009, […] [vir] reunir-se connosco”.
Referindo-se à “continuidade do nosso MOVIMENTO de Amigos do Seminário de Vinhais”, informa que, no dia desta comunicação, 29 de Junho de 2008, o seu caso foi apresentado “como um marco paradigmático excepcional no contexto desta inefável tarefa de construção de homens” e termina com um “sincero BEM-HAJA pelas palavras identitárias e amigas”, manifestado por “ todos, em uníssono”.

Quero agora trazer aqui a tão significativa e emocionante recordação d’a véspera e o ingresso. E, se me permite o meu caro Cordeiro Alves, quero fazê-lo, enquanto vou revendo também a minha véspera e o meu ingresso no Seminário de Vinhais, uns anos mais cedo, em 1953. Ao mesmo tempo, atrevo-me a convidar todos os que fizerem o favor de me ler a voltarem a esse seu tempo com o carinho, a simplicidade, a amizade, a compreensão e a beleza com que o faz este colega.
Elegante testemunho relativo, como disse, ao dia que antecedeu e o primeiro da entrada para o Seminário, até acordar no dia seguinte.
Iniciou-se a jornada da véspera em Santulhão, numa manhã de “chuva miudinha”, a cavalo numa égua, na companhia do pai, para apanhar a furgoneta de caixa aberta que vinha da Matela. Após três horas de viagem sobre as tábuas da caixa, debaixo de parte do guarda-chuva de um companheiro de viagem e tentado a surripiar uns bagos “de uvas formosas e de rei”, que também ali viajavam mas dentro de um cesto, chegou a Bragança, onde pessoa amiga o recebeu, o levou para casa e lhe serviu o almoço que ele não estava disposto a aceitar – não porque não tivesse vontade de comer mas porque lhe causavam atrapalhação os talheres com que se viu confrontado. E aí lhe surgiu a primeira dúvida em relação à vida no Seminário, pelo facto de ter de comer com o garfo na mão esquerda: “Será que vai haver muitas coisas ao avesso?”
Após um jantar com “outro ritual angustiante”, foi uma noite agitada, mal dormida, para nova surpresa ao pequeno almoço com a manteiga e o bijú.
Depois, foi o seguir para a camioneta, junto à estação, onde encontrou os futuros colegas e “um Senhor padre, alto, de batina e chapéu de aba virada”, que dava ordens aos rapazes “de fato e boina pretos” para entrarem numa ou noutra camioneta – a mocha ou a canhona.
A viagem foi-se arrastando por hora e meia, sem grandes momentos a registar, a não ser a surpresa, quando, em Castrelos, aconteceu o episódio da “casa dos cantonêros!”.
Chegada a Vinhais: a longa escadaria, as botas novas, o saco e a mala a atrapalharem. Depois, foi a estranheza acontecida no “hall de recepção”, quando “um Senhor Padre” que dava as boas-vindas o chamou pelo nome! E até sabia que vinha de Santulhão!
Já nos claustros, um outro Senhor Padre lhe indicou o caminho da camarata e “exclamava”, como aos demais, para fazer a caminha. Resolvido o problema da cama com a ajuda de um colega já experiente, foi a vez dos recreios - o de baixo e o de cima -, da percepção da “abundante corrente de água” que desempapava “o pão com queijo amarelo”, do “montar caloiros”, da iniciação aos gambuzinos, do primeiro contacto com a cabra e a fila para o refeitório.
E no refeitório, com a fome que tinha, voou a “sopa de couves-galegas” e voaram os “chícharos com couves […] e postas de bacalhau”, apesar de secos, parecendo não lidarem muito bem com o azeite que, na sua terra, não lhe faltava.
Do refeitório para a capela, onde conheceu outro Senhor Padre, este “com voz de quem apanha pardais”, que lhes dava bons conselhos e apelava para “as regras da boa educação”.
Rezada a oração da noite, foi a hora de deitar e mais uma surpresa antecedida de uma ordem: “Tirar as calças dentro da cama!”. Ora, manobrar para tirar as calças dentro da cama foi uma boa razão para a cama cair. Tudo recomposto, passou-se a noite “de um só sono”, até ao acordar com a cabra a estalar “por todos os lados”.
E foram então: o levantar “meio assarapantado num mundo que se abatera sobre mim, quase como um trovão imprevisto”, os lavatórios e a aprendizagem “com os outros” para uma vida cheia de rituais de uma cultura que haviam de prolongar-se e fazê-lo “emergir para o saber, para os valores, para a vida”.

Resta-me agradecer ao Cordeiro Alves o ter-me proporcionado falar sobre estas lembranças, tendo-me eu feito, entretanto, um companheiro de viagem - uma viagem que começou naqueles afastados anos e que, pelos vistos, ainda não terminou.

Parada, 24 de Maio de 2010
Manuel António Gouveia"
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Mais uma vez, além do obrigado primeiro, apresentamos um segundo e testemunhamos que o Gouveia é um leitor fiel e crítico apurado, facetas que exigem imedíveis Parabéns!
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Mais outra coisa: O ENCONTRO DOS EX-ALUNOS deste ano de 2010 continua a ser em VINHAIS, precisamente no ÚLTIMO FIM DE SEMANA DE JUNHO!

quarta-feira, maio 12, 2010

Poderás aproveitar...





Caro Ex-Aluno:
Com a gentileza e oportunidade do nosso Manuel Gouveia, deixa-se a informação supra, transformada, aliás, em imagens, pois a documentação inicial não tem suporte em Sítio da Web, que se saiba, para o qual bastaria apenas fazer um Link. Contudo, com a ampliação das imagens, é perfeitamente visível o seu conteúdo (basta um Click).

Nota: Vale a pena ouvir o Prof. César das Neves... Claro, se puderes ir!

quinta-feira, abril 01, 2010

ÓPTIMA PÁSCOA a todos e a cada um!

Para Todos e Cada UM dos Ex-Alunos do Seminário, ÓPTIMA PÁSCOA, fazendo extensíveis os mesmos Votos para as respectivas e caríssimas famílias!
O Folar e as amêndoas são óptimos (apesar das proibições...) para celebrar a alegria e as cores da reunião e amizade familiares!

Um grande abraço!

De Colores!

segunda-feira, março 08, 2010

Estatutos da UASP

O nosso Virgílio do Vale, sempre atento a realidades do contexto que nos possam ser úteis, propõe-nos esta publicação, que se julga oportuna e previsivelmente proveitosa para podermos analisar e ponderar. Eis as sua palavras, a que se faz seguir a respectiva transcrição, em texto integral, dos Estatutos indicados:



"Estou a mandar-te os Estatutos da UASP que me chegaram e não sei se terão algum interesse para publicares no Blog. É que, embora não sejamos membros efectivos, poderá haver algum ex-aluno que tenha interesse por estas coisas".

"CAPÍTULO I

NATUREZA, DENOMINAÇÃO, SEDE E FINS

ARTIGO 1º

Denominação, Natureza e Sede

A “UASP – UNIÃO DAS ASSOCIAÇÕES DOS ANTIGOS ALUNOS DOS SEMINÁRIOS PORTUGUESES”, doravante designada UASP, é uma pessoa jurídica canónica privada, sem fins lucrativos, tem a sua sede no Seminário Diocesano de Leiria, na freguesia e concelho de Leiria, e durará por tempo indeterminado.

ARTIGO 2º

Objecto

A UASP tem como objecto:

1. – Fomentar a co-responsabilidade eclesial e a participação em projectos que promovam a dignidade humana e os valores evangélicos.

2. – Congregar, coordenar e representar junto das hierarquias da Igreja e organismos oficiais, a nível nacional e internacional, as suas associadas.

3. – Defender e promover a solidariedade entre os seus membros no respeito pela individualidade e características de cada uma das suas associadas.

CAPÍTULO II
ASSOCIADOS

ARTIGO 3º

Sócios e Quotas

1. – Podem ser associadas da UASP as Associações de Antigos Alunos dos Seminários Portugueses, Diocesanos e Religiosos.

2. – As associadas obrigam-se ao pagamento de uma jóia inicial e de quota anual a estabelecer ou alterar em reunião da Assembleia-Geral, sob proposta da Direcção.

ARTIGO 4º

Categoria de sócios

A UASP tem uma única categoria de associados, a de associado efectivo.
ARTIGO 5º

Direitos dos associados

São direitos dos associados:

a) - eleger e ser eleito para os órgãos sociais da UASP;

b) - participar nas reuniões da Assembleia-Geral e discutir e votar as matérias que à mesma sejam submetidas;

c) - usufruir de todos os benefícios e garantias que lhes conferem os Estatutos e, bem assim, aqueles que, pela Direcção ou Assembleia Geral, forem criados;

d) - requerer a realização da Assembleia-Geral Extraordinária nos termos do previsto no número três do artigo décimo dos presentes estatutos.

ARTIGO 6º

Deveres dos associadosSão deveres dos associados:

a) - pagar pontualmente a jóia de admissão e as quotas;

b) - colaborar na prossecução e concretização dos fins da UASP;

c) - não praticar actos lesivos do bom-nome e o prestígio da UASP;

d) - aceitar e cumprir os preceitos estatutários e os regulamentos da UASP, bem como as deliberações dos órgãos sociais.

ARTIGO 7º

Exclusão de associado

1. – São motivo de exclusão da qualidade de associado:

a) - a prática de actos lesivos dos interesses e fins da UASP, ou que a possam desonrar ou de alguma maneira prejudicar;

b) - a violação intencional dos estatutos e regulamentos da Associação e o não cumprimento das obrigações sociais que eles impõem.

2. – Compete à Assembleia-Geral, mediante proposta da Direcção, deliberar sobre a exclusão de associados, de acordo com Regulamento aprovado em Assembleia-Geral.

CAPÍTULO III

ORGÃOS SOCIAIS

ARTIGO 8º

Órgãos da UASP

1. – São órgãos da UASP: a Assembleia-Geral, a Direcção e o Conselho Fiscal.

2. – Os membros dos órgãos sociais serão indicados pelas associadas, segundo uma regra de proporcionalidade das associações inscritas na UASP, consoante a natureza de diocesanas e religiosas.

3. – A mesma associação não poderá, no mesmo mandato, integrar mais do que um órgão social.

ASSEMBLEIA-GERAL

ARTIGO 9º

Constituição

1. – A Assembleia-Geral é a reunião de todos os associados em pleno gozo dos seus direitos e deveres.

2. – A mesa da Assembleia-Geral é constituída por um presidente e dois secretários e será eleita trienalmente, mediante eleição directa de listas completas para os Órgãos Sociais.

ARTIGO 10º

Reuniões

1. – A Assembleia-Geral reúne ordinária e extraordinariamente.

2. – A Assembleia-Geral reúne ordinariamente, no mês de Março, de três em três anos, para eleger os órgãos sociais, e anualmente:

a) - em Março - para discutir e votar o relatório de contas da Direcção e Parecer do Conselho Fiscal;

b) - em Dezembro - para discutir e votar o orçamento e plano de actividades para o ano seguinte.

3. – A Assembleia-Geral reúne extraordinariamente a pedido da Direcção, do Conselho Fiscal ou por petição assinada, pelo menos, por dois terços das suas associadas, no pleno gozo dos seus direitos.

4. – As reuniões da Assembleia-Geral serão convocadas, pelo menos, com quinze dias de antecedência, por correio electrónico, com confirmação de recepção, ou notificação postal dirigida às associadas.

ARTIGO 11º

Constituição e Convocatória

1. – A Assembleia-Geral considera-se constituída à hora indicada no aviso/convocatória quando esteja presente a maioria absoluta dos seus associados.

2. – Não havendo número suficiente, e passada uma hora depois da afixada para a reunião, considera-se a Assembleia-Geral legalmente constituída com qualquer número de associadas presentes, sendo válidas todas as resoluções tomadas.

ARTIGO 12º

Competências

Compete à Assembleia-Geral:

a) - eleger e destituir os titulares dos órgãos sociais;

b) - discutir e votar orçamentos, planos de actividade, contas da direcção e pareceres do Conselho Fiscal;

c) - alterar os estatutos e aprovar regulamentos internos;

d) - deliberar sobre a extinção da UASP;

e) - aprovar o montante da jóia inicial e das quotas;f) - apreciar os recursos de ordem disciplinar.

ARTIGO 13º

Validade das decisões

1. – As deliberações da Assembleia-Geral só tem validade quando votadas por unanimidade ou maioria absoluta das associadas presentes, devidamente inscritos e no gozo dos seus direitos, salvo disposto nos nºs 2 e 3 deste artigo.

2. – As deliberações sobre as alterações de estatutos requerem o voto favorável de três quartos do número de associados presentes.

3. – As deliberações sobre a extinção da UASP requerem o voto favorável de três quartos do número de todas as associadas.

DIRECÇÃO

ARTIGO 14º

Constituição da Direcção

A Direcção é constituída por um presidente, um vice-presidente, um secretário, um tesoureiro e um vogal, e será eleita, trienalmente, mediante eleição directa de listas completas para os órgãos sociais.

ARTIGO 15º

Quórum e forma de obrigar

1. – A Direcção é convocada pelo respectivo presidente e só pode deliberar com a presença da maioria dos seus membros.

2. – As deliberações da Direcção são tomadas por maioria simples dos membros presentes, tendo o Presidente, além do seu voto, voto de qualidade.

3. – A UASP obriga-se em todos os actos e contratos mediante a assinatura de dois membros da Direcção, sendo obrigatória a assinatura do seu Presidente.

ARTIGO 16º

Representação e CompetênciasCompete à Direcção:

a) - representar a UASP em juízo e fora dele, activa e passivamente;

b) - deliberar sobre a admissão de associados;

c) - submeter à apreciação da Assembleia-Geral o Plano de Actividades e o Orçamento para o ano subsequente;

d) - submeter à apreciação e à votação da Assembleia-Geral, na reunião ordinária, o relatório de actividades e contas do exercício relativo ao ano anterior, acompanhado do respectivo parecer do Conselho Fiscal;

e) - adquirir quaisquer bens móveis e imóveis para a UASP ou tomá-los de aluguer ou arrendamento, mesmo mediante locação financeira;

f) - negociar e outorgar em quaisquer contratos necessários à prossecução dos fins da UASP;

g) - elaborar e submeter à deliberação da Assembleia o regulamento eleitoral e o regulamento de admissão e exclusão de associados;

h) - praticar, em geral, todos os actos julgados convenientes à realização dos fins da UASP.

CONSELHO FISCAL

ARTIGO 17º

Constituição e quórum deliberativo

1. – O Conselho Fiscal é constituído por um presidente, um secretário e um relator e será eleito, trienalmente, mediante a eleição directa de listas completas para os órgãos sociais.

2. – As deliberações da Direcção são tomadas por maioria simples dos membros presentes, tendo o Presidente, além do seu voto, voto de qualidade.

CAPÍTULO IV

FINANCIAMENTO E DESPESAS

ARTIGO 18º

Receitas

Constituem receitas:

a) - O produto de quotas e jóias pagas pelos associados.

b) - O produto da venda de materiais de marketing relacionados com a UASP.

c) - Quaisquer outros benefícios, donativos, heranças e legados que lhe sejam atribuídos.

d) - Subsídios que venham a ser atribuídos à UASP tendo em vista a prossecução dos seus fins.

e) - Quaisquer outros rendimentos, donativos e outras receitas não discriminadas, decorrentes, mormente, da realização de eventos culturais e musicais, gravações, publicação de livros, brochuras, cd´s,…..

f) - Eventuais indemnizações a que tenha direito.

ARTIGO 19º

DespesasConstituem despesas:

a) - O pagamento de impostos, seguros, rendas, luz, água, telefones.

b) - Aquisição de artigos de material de secretaria e de consumo corrente.

c) - Encargos com a realização de congressos, eventos culturais e musicais, cursos e encontros das associações e seus sócios, lançamento e publicação de gravações, livros, cd´s,

d) - Oferta de lembranças aos associados.

e) – Despesas decorrentes da adesão ou filiação em instituições nacionais e internacionais.

CAPÍTULO V
DA DISSOLUÇÃO E LIQUIDAÇÃO

ARTIGO 20º

Competência e maioria necessária

1. – A dissolução da Associação compete exclusivamente à Assembleia-Geral, exigindo-se, nesse caso, a presença e o voto favorável de três quartos do número de associadas no pleno gozo dos seus direitos.

2. – A Assembleia-Geral que deliberar sobre a dissolução da Associação decidirá sobre a forma e prazo de liquidação, bem como o destino a dar aos bens que constituem o património da UASP, exceptuando os casos previstos na lei.

DISPOSIÇÕES GERAIS

ARTIGO 21º

Não restituição de quotas

O sócio que de qualquer forma deixar de pertencer à UASP não tem o direito de reclamar as quotas que haja pago, devendo liquidar as que são devidas até à sua desvinculação.

ARTIGO 22º

Mudança de Sede

A mudança de sede da UASP só poderá ser efectuada mediante deliberação tomada em Assembleia-Geral com a aprovação de dois terços das associadas inscritas na UASP e que estejam em pleno gozo dos seus direitos.

ARTIGO 23º

Observadores

1. – É permitida a presença nas Assembleias-Gerais da UASP, com o estatuto de observadoras, de associações que não estejam inscritas na UASP, bem como de antigos alunos dos Seminários Portugueses, Diocesanos e Religiosos, cujos Seminários não tenham associações legalmente constituídas.

2. – Sem direito de voto, os observadores poderão intervir nas Assembleias-Gerais através de um elemento, de entre eles designado, a quem é conferido o estatuto de porta-voz.

ARTIGO 24º

Casos omissos e duvidosos

Os casos omissos e duvidosos nos Estatutos e Regulamentos Internos serão regulados pela vontade soberana da Assembleia-Geral em conformidade com as leis em vigor, valendo, em primeiro lugar, o Código do Direito Canónico, as Normas Gerais para a Regulamentação das Associações de Fiéis e, por último, a Lei Civil aplicável."
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Obrigado ao Virgílio pelo seu empenhamento e colaboração. - Um abraço!

quarta-feira, fevereiro 24, 2010

O Padre António Alberto Neto também foi dos nossos!

É sempre doloroso saber que um daqueles que ajudou a construir muitas centenas de jovens NOS DEIXOU!
A notícia surgiu no Mensageiro Notícias, obviamente com surpresa e choque para quem o conheceu.
À sua estimada família, os sentidos pêsames e que o P.e NETO em paz descanse!
Com a devida vénia, além do Link, deixa-se o texto da Notícia do Mensageiro Notícias e, se alguém tiver uma FOTO, que no-la faça chegar via E-mail (sevlaf@gmail.com ), a fim de ser publicada.
O P. António Alberto Neto entrou no Seminário de Vinhais no Curso de 1948/49.

Texto do Mensageiro Notícias:

"Vinhas - Macedo de Cavaleiros //
Faleceu o P. António Alberto Neto
Por: AP / Secção: Igreja / hoje Imprimir Enviar a um amigo

Comemoraria, este ano, Bodas de Ouro Sacerdotais
Nascido a 10 de Junho de 1936, em Vinhas, concelho de Macedo de Cavaleiros, o Padre António Alberto Neto faleceu no passado dia 21 deste mês, na sua terra natal. Era filho de Teófilo Adalberto Neto e Delfina de Jesus Guiomar. Ordenado Padre a 29 de Junho de 1960, comemoraria este ano as Bodas de Ouro Sacerdotais. Depois de ordenado trabalhou como Perfeito de Estudos, no Seminário de São José, em Bragança. Foi professor na Escola Secundária Emídio Garcia, em Bragança e, mais tarde, na Escola de Izeda. Tendo sido pároco em diversas paróquias da diocese, exerceu também a função de coadjutor do Pároco de Macedo de Cavaleiros. Entre as paróquias que teve a seu cargo contam-se Lamalonga, concelho de Macedo, Vilas Boas e Vilarinho das Azenhas, em Vila For. Desde há bastantes anos passou a exercer o sacerdócio na sua terra natal, Vinhas e paróquias vizinhas, como Bagueixe ou Sendas. A missa exequial teve lugar na passada segunda-feira, em Vinhas, a terra onde faleceu, em casa própria. A missa foi presidida pelo Bispo Diocesano, D. António Montes Moreira. Presentes para prestar a última homenagem estiveram muitos paroquianos e sacerdotes da Diocese de Bragança-Miranda."

terça-feira, setembro 22, 2009

PERCURSOS DE VIDA...


Os percursos de vida (também chamados histórias de vida, narrativas auto-biográficas - de grande valor para a investigação qualitativa) podem constituir a temática do nosso Encontro de 2010... PODEM!

Depois de esporádicas conversas com alguns dos históricos dos Amigos do Seminário de Vinhais, julgou-se que este tema poderia ser muito interessante e motivador para um conhecimento recíproco de quem vem (e espera-se um enchente!) ao Encontro do último fim-de-semana de Junho/2010 - (para outros Encontros encontraremos outros temas!)-.

Que é que acham todos? Podem dar sugestões?

Apresentação de forma espontânea? Com inscrição prévia?

Tempo limitado? Tempo distendido?

Verbalmente? De forma escrita? Com utilização de meios informáticos? À escolha de cada um?


Fica um primeiro alerta para a questão, em ordem à qual todos seremos possíveis protagonistas. Efectivamente, paira no imaginário de todos nós uma série de interrogações sequenciais, para as quais temos ou gostamos de ouvir respostas: "Quem fui? Quem sou? Quem espero ser?" - Estas ou outras! -. DIGAM COISAS!

Um abraço e enviem comentários, notas, mandem discursos, poemas, fotos, etc...

quinta-feira, julho 09, 2009

O Jornal Nordeste de Bragança fala de nós

Uma pequena e limitada reportagem do Jornal Nordeste faz uma breve análise do 21.º Encontro de Ex-seminaristas de Vinhais.
Não se sabe quem teria chamado o dito órgão de comunicação social (previsivelmente a CMV!), mas já se começa a notar interesse pelo nosso evento. E mais interessados haverá pela casa que deu tanto à sociedade! Assim o esperamos.

Daqui, os nossos agradecimentos ao Jornal Nordeste e... Contamos com a V/ presença!

quarta-feira, julho 08, 2009

BODAS DE OURO SACERDOTAIS de um dos nossos

O Cónego Artur Lázaro Parreira celebrou as suas Bodas de Ouro Sacerdotais a 29 de Junho de 2009, dia de S. Pedro, conforme reportagem de Mensageiro Notícias On-line de 08 de Julho de 2009.
Passou pelo Seminário de Vinhais, sendo um dos bravos caloiros de 1945/46.
Apresentamos os mais cordiais PARABÉNS e desejamos-lhe toda a saúde possível para continuar o seu múnus sacerdotal e a sua obra humana e social.
De Vilar do Rei, Mogadouro, saíu um menino de uns 11/12 anos que viria tornar-se Padre, um dos raros do seu Curso, e que, já em pleno apostolado, percorreria uma grande parte do Distrito/Diocese de Bragança, desde terras de Vimioso a terras de Alfândega da Fé.
(Nota: se algum Ex tiver uma Foto do Lázaro Parreira, que a envie para o E-mail do Blog, a fim de lhe darmos o lugar que lhe convém!)

Um grande abraço ao Cónego Artur Lázaro Parreira de http://www.amigos-seminario-vinhais.blogspot.com/

quarta-feira, julho 01, 2009

Fala quem sabe! Uma lúcida análise do 21.º Encontro

Além de Maestro, o Virgílio é um grande Repórter dos Encontros...

"O prometido é devido e, por isso, mando este pequeno comentário para testemunhar a minha ida ao Seminário em Junho de 2009.

PRIMEIRAS IMPRESSÕES
Não correu a meu gosto o último Encontro de Antigos Alunos do Seminário de Vinhais. Talvez por minha culpa, ao menos em parte. Mas teve momentos saborosos e são esses que devem ser realçados. Desde logo, o número elevado de participantes, muito mais do que se esperava, e que deixa perspectivar uma continuidade assegurada, se factores estranhos e indesejáveis não vierem perturbar o normal funcionamento da “coisa”. E foi bom ter ao nosso lado (de nós, os antigos!) uma boa meia dúzia de Homens na idade adulta, cheios de juventude e que poderão e deverão ser os nossos continuadores. Também foi muito bom, ao menos para mim e alguns mais, ter tido connosco o Gouveia de Mirandela, com bom aspecto, apesar de ainda alquebrado. Aqui lhe deixo um grande abraço e o voto sentido de rápidas melhoras, para que no próximo ano volte e possa ajudar-nos nas “cantilenas”. O grande ausente foi o Ramiro a quem endereço também um abraço de amizade e solidariedade.
Mas o melhor aconteceu no Sábado. Meia dúzia (ou pouco mais !...) de caminheiros metemo-nos a caminho do Parque Biológico, do lado de lá da Cidadelha, situado num vale ameno e convidativo ao descanso ou, melhor ainda, a um repasto à sombra dos cedros, carvalhos e pinheiros que por ali abundam. Passeio interessante esse, com os motores a roncar monte acima, por entre carvalheiras viçosamente ramalhudas, depois de termos transposto um território que já foi “nosso” – o campinho de futebol, agora transformado em Zona Industrial. E foi bom recordar esses tempos de pontapé na bola!... Nada tendo de especial, não deixa de ser interessante poder ver ali, ao pé de nós, os corsos, a perdiz charrela, uma águia, o pombo “torcal” (como diz o povo, em vez de torcaz!), os javalis…
Aproveitando a proximidade, fizemos um desvio até ao mais alto da montanha, mas já não reconheci a paisagem de outrora, muito mais arborizada do que nos meus tempos de menino. Onde havia uma lagoa, vicejam agora arbustos de vário tom a esconderem as rochas e os restos daquilo que foi, há muitas centenas de anos, povoação castreja de Celtas. Enfim, uma paisagem luxuriante, apesar da altitude. Mais ao longe e em todas as direcções, uma panorâmica soberba, com o verde carregado dos pinheiros, o matiz dos castanheiros em que se vislumbram as flores amareladas do androceu e os trigais, a espaços, proporcionando cambiantes paisagísticos de regalar a visão…
Descemos devagar, como que a ruminar as imagens da realidade vivida.
À noite foi o sarau e, no dia seguinte, um momento de cultura, entre a Eucaristia e o almoço, com o Cordeiro Alves a fazer a apresentação do livro “Vozes emersas de tempos e de espaços em Vinhais”, que pretende ser uma súmula de textos e poemas do autor, escritos e declamados em diversos encontros anteriores, como homenagem a uma casa que semeou pelo País centenas de Homens cultos e sábios, nas mais diversas profissões.

Um grande abraço para todos, na esperança de voltarmos a encontrar-nos em 2010, nos 90 anos do Seminário.

Maia, 1/7/2009


Virgílio do Vale".


Como sempre, as palavras do Virgílio apoiam-se na objectividade e na defesa de um "território" que também foi nosso, esse território onde semeámos sonhos e recolhemos beleza, fosse natural, fosse axiológica!

Obrigado, grande Virgílio!

segunda-feira, junho 29, 2009

ENCONTRO 2009 - Domingo, 28 Jun - VIVÊNCIAS!





Domingo - o 2.º Dia do nosso Encontro. Dia marcado por vivências múltiplas e variadas.
Às 10.00 Horas, há o tradicional "ensaio" para a Celebração Dominical - A Missa dos Ex-Alunos!

Entre "pontuais" e "atrasados", tudo acaba bem! O Virgílio que o diga... Somos um coral submisso!



Vai iniciar-se a Eucaristia... Ambiente propício...



A numerosa Assembleia concentra-se e introspecciona-se... E para lá destes olhares?


Eucaristia! Um ponto alto no Encontro... O P.e Leite lembra ideais e recomenda esperança aos Ex-Alunos...


Missa em que não faltou um KYRIE gregoriano à entrada:









E também sobressaíram as vozes afinadas para o Cântico da Comunhão:







O refeitório de outros tempos, com a cara lavada, acolhe os Ex-alunos e seus familiares... Diz-se, fala-se, conta-se... Tantas imagens ocorrem, tantas ansiedades se relembram, tantas profecias se projectam...

Boa disposição, confidências, histórias...


Um almoço de amizade, de pensar e de "fraternidade"...


Caras conhecidas dos nossos Encontros... Um almoço de leitão e pensamentos...


Outros rostos do almoço... Expectantes! E para 2010?...

Neste dia, antes do Almoço, foi lançado um pequeno livro - Vozes emersas de tempos e de espaços em Vinhais -, sob o mecenato da Câmara Municipal de Vinhais, representada pelo Dr. Roberto, em delegação do Sr. Presidente, Dr. Américo Pereira. O Autor agradeceu à CMV, distribuiu um exemplar pelos presentes, depois de ter considerado que o breve ensaio, ocasionado pelo facto de pertencer ao Curso anfitrião deste ano (Caloiros de 1958/59), pode servir de incentivo a outros trabalhos de Ex-Alunos. Este é apenas um primeiro registo de vivências pessoais e colectivas, modesto na sua forma e na sua matéria.



Às 16.30 Horas, sensivelmente, foi mais um "ADEUS ATÉ P'RÓ ANO"!

E sentiu-se o "NÓ" a estrangular-nos a garganta...







domingo, junho 28, 2009

ENCONTRO 2009 - Sábado, 27 Jun - CHEGADA!

Este ano, aos poucos, foram chegando os Ex-Alunos para o seu Encontro. Resolveram "espraiar" as primeiras vistas e reviver algumas "façanhas", assentando arraiais na esplanada sobranceira à Igreja de S. Francisco, a da mítica figueira.

Aqui se vêem alguns protagonistas, como o Virgílio, o Duarte, o Alfredo e o Henrique... Sobre que conversam eles? Que representações do passado, do presente e do futuro eles estarão a fabricar? Pelo menos, é indiscutível que o "velho" Seminário não esteja presente nas suas análises e nas suas preocupações. Previsivelmente, muito semelhantes às de qualquer outro dos Ex-Alunos que aqui rumam anualmente para a dádiva e a recepção de um amicíssimo abraço...





Virgílio, Henrique, Albano... Acabam de chegar os alicerces dos Encontros... Mais um ano e mais que venham!



Este, só se o mar estiver muito revolto é que não aparece! O Orlando Samões é o mesmo atleta de sempre, decidido a comparecer sempre que possa!



Outro dos nossos! O grande Ruivo! Um dos impulsionadores dos Encontros! E... Sempre bem disposto!



E estes? Quem não conhece o Aristides e o António Meneses? Claro, fidelidade anual!



Chegou a hora das nossas "músicas" de recreatividade e lazer...

Sim, sim! Estamos de acordo! Quem não gosta de ouvir "Ó rama, ó que linda rama"? Venha ela!


Qual a canção que se segue? Deixa cá ver... "Clavelitos"! Essa mesma...



Viva o Humor! Ele é tão "ruivo", que alivia o espírito dos seus "intchaços"!


Silêncio! É hora de POESIA! E que amostras!... Vivam os poetas!




Não faltaram os saudosos e alimentícios "chícharos"... O tempo não lhes tirou o sabor! Até nos fazem cantar melhor!



Os Veteranos ensinam os Debutantes! Só visto e vivido!



Eis uma demonstração videografada, com vozes mesmo afinadas:










E assim, cantando e contando, chegou o fim de Sábado... Caminha, que amanhã começamos ensaio às 10.00 em ponto! O Virgílio lá sabe porquê!
Alguns ficaram nas "camaratas"; outros, foram para suas casas...

domingo, junho 21, 2009

SOBRE O PRÓXIMO ENCONTRO DE 27 e 28 JUNHO/2009

Um passado... Um presente... Que futuro?

Por sugestão de alguns Ex-Alunos mais directamente ligados à Organização, deixam-se as seguintes indicações para o Encontro:

1. A seguir ao Jantar de Sábado, e como prelúdio do ambiente do Sarau recreativo, será projectada uma Apresentação PowerPoint, ponto de partida para possíveis comentários e sugestões dos Ex-Alunos presentes;

2. No Domingo, logo a seguir à Eucaristia, e por cerca de meia hora, haverá uma sessão de apresentação de um pequeno livro - Vozes emersas de tempos e de espaços em Vinhais -, com a presença do Presidente da Câmara Municipal de Vinhais, entidade que custeou a edição, e a quem publicamente reconhecemos tão generoso mecenato. Por sua vez, enquanto se procede à distribuição gratuita de exemplares, será reeditada a Apresentação PowerPoint da véspera, proporcionando, a quem não pôde estar no Sábado, a sua visualização.


Um abraço a todos os Ex! E... Traz mais um contigo!

Uma riqueza de FOTO! Vivam os Ex-Alunos de 1946-47

(Um Click na Foto para a ampliar)




O Eng.º José Francisco Fernandes envia a "foto de alunos que entraram em Vinhais no ano lectivo de mil novecentos e quarenta e seis-qurenta e sete".

Trata-se, efectivamente, de uma Fotografia tirada no Seminário de Bragança, em que já só figuram 16 sobreviventes de um Curso que teve 59 Alunos, salvo erro, à Entrada (seguir Link de Curso para confirmar).
O registo fará ganhar novas fronteiras a estes famosos protagonistas. O TEMPORA!

Um grande obrigado ao José Francisco Fernandes.

domingo, maio 31, 2009

A velha "CABRA" chama por nós...

(com um Click, acorda a sineta dos nossos passos cronometrados...)



Está próxima a data do ENCONTRO/2009 - último fim de semana de Junho: 27 e 28, segundo a Convocatória.

Comparece, ainda que, de tão longe, não possas ouvir o toque do acordar da nossa companheira de tantas horas - a saudosa e velha CABRA, agora remetida ao seu primitivo local, mesmo ao lado da entrada poente para a Capela.


No Domingo, a seguir à Eucaristia, será lançado e ditribuído um pequeno livro, um entre muitos testemunhos sobre os nossos tempos, os nossos espaços e os nossos valores.


Cmo pode ler-se na Convocatória, "devido a razões logísticas, faz a tua inscrição, informando quando vens e quantos contigo vêm, e remete-a, até 19 de Junho, para:

Emílio António Raposo Falcão
Bairro de Santiago
Rua Poças de Figueiredo – Lote 49
5300-708 Bragança
(Telefone – 273 382 524/Telemóvel – 962 963 913).
Ou

Manuel António Gouveia
Rua de Baixo – Viv. Santo António
Parada
5350-280 Alfândega da Fé
(Telefone – 279 459 176/Telemóvel – 966 284 782)."

Até lá, um grande abraço e, se puderes, TRAZ MAIS UM CONTIGO!

terça-feira, maio 12, 2009

QUE NÃO FALTE SEJA QUEM FOR DOS CALOIROS DE 1958-1959

(faz um Click sobre a foto)




Vamos estar todos presentes neste ano em que o Curso anfitrião é o Curso de 1958-1959. São os 50 ANOS COMEMORATIVOS DO INGRESSO DO CURSO! Ouro de incontáveis quilates!



VAMOS ENCONTRAR AS SEMELHANÇAS E AS DIFERENÇAS! E SÃO TANTAS! SÓ VENDO!


Haverá uma pequena publicação em sintonia com o evento. Mais um motivo para estares presente no ÚLTIMO FIM DE SEMANA DE JUNHO, Seminário, Vinhais. Podes ver a Convocatória aqui.

Será um Encontro e Reencontro Célebre! Faz um esforço! Já falta pouco! Organiza-te!
E... Até lá...

sexta-feira, maio 08, 2009

Ainda a propósito do Congresso "SEMINÁRIOS: DA MEMÓRIA À PROFECIA"

O nosso amigo Virgílio do Vale envia-nos uma "reportagem" sobre o 1.º Congresso Nacional de Ex-seminaristas. A sua descrição vale mais que a foto picada aqui. Leiam para ficarem com uma ideia global do que lá se passou.

"Caríssimos colegas de jornadas vinhaenses:


Nos passados dias 24,25 e 26 de Abril, eu e mais alguns companheiros, rumámos a Fátima para participar no Congresso dos Antigos Alunos dos Seminários: Se a memória me não atraiçoa, era o Fernandes da EDP, o Martins de Coelhoso, o Cordeiro Alves, o Felgueiras, o Falcão, o Diamantino Alves, o Albérico, o Ruivo, o António Manuel Correia, o António Estácio, o Armando Linhares e este vosso amigo Virgílio.

Cá por mim, direi que não é fácil expressar o que se sente quando pisamos a terra do Santuário de Fátima e mais difícil se torna se, simultaneamente, os companheiros de jorna são antigos seminaristas. Há um misto de saudade, de alegria e de esperança, com base numa amizade intuída, expressa em sorrisos abertos, como se nos conhecêssemos há décadas.

Cheguei na véspera, para poder fazer uma viagem mais calma e tive um acolhimento respeitoso na Casa de Retiros de Nossa Senhora do Carmo. No dia 24, dirigi-me ao Centro Pastoral Paulo VI onde iria iniciar-se o Congresso sob o tema “Da Memória à Profecia”. Em termos gerais, como aliás se expressa na letra do Hino, tratou-se de recordar tempos idos, reflectir sobre a realidade actual e projectar para o futuro um olhar de esperança, aproveitando a experiência de muitos milhares de antigos alunos que mantêm a chama da Fé e o espírito de Igreja.

Começou o Congresso com apresentações, saudações amigas e alguns encontros surpreendentes porque inesperados. E seguiram-se dois dias em que intervieram diversos conferencistas, sacerdotes ou ex-seminaristas e, de entre todos eles, ficaram-me na memória as comunicações do Dr. João Duque que é, apesar de leigo, o Director da Faculdade de Teologia da Universidade do Minho. Fez uma reflexão sobre o papel dos seminários no passado, como formadores de padres e, sobretudo de cidadãos que, por serem originários de famílias pobres, não teriam outra hipótese de estudar e se formar a não ser através do ingresso e frequência do Seminário. E discorreu sobre o papel dos seminários nos dias de hoje, muito menos frequentados e quase só por aqueles que, em princípio, poderão vir a ordenar-se.

Também gostei de ouvir o Bispo do Porto e, principalmente, Mons. Luciano Guerra que discorreu sobre a génese e desenvolvimento das vocações. Uma lição de verdadeira sapiência.

Houve mais intervenientes o último dos quais foi o Dr. Bagão Félix mas sobre o seu discurso nada direi porque já não assisti, devido a motivos familiares.

De referir também que, na noite do dia 25, teve lugar um animado sarau de variedades ao qual assistiu bastante gente.

E é tudo por hoje,

com um até breve

Virgílio do Vale"

segunda-feira, abril 27, 2009

Notícias de "SEMINÁRIOS: DA MEMÓRIA À PROFECIA"

Marcaram presença, neste Congresso, 11 Antigos Alunos do Seminário de S. José de Vinhais, que registamos, segundo ordem alfabética:
António Augusto ESTÁCIO, António J. Sarmento FELGUEIRAS, António Manuel CORREIA, Armando LINHARES, Armando RUIVO, Diamantino Augusto ALVES, Emílio A. Raposo FALCÃO, Francisco CORDEIRO ALVES, Francisco Fernandes MARTINS, José FERNANDES, Virgílio Orlando do VALE.
No Congresso participaram cerca de 300 Antigos Alunos, provindos de 42 Seminários (19 Diocesanos e 23 Religiosos), pertencentes a uma População estimada de 62.374 sujeitos, que, certamente, não condiz com a realidade total dos Antigos Alunos de Seminários do nosso país, que, diga-se, será bem maior.
(Pedimos desculpa por algumas Fotos apresentarem uma deficiente nitidez, mas o ambiente semi-claro do Salão do Bom Pastor não permitia muito mais - Mesmo assim, faça um CLICK sobre a imagem para a ampliar).


O início dos trabalhos tinha sempre o MOMENTO DE ORAÇÃO

Havia a apresentação dos Oradores pelos Moderadores, à qual se seguiam as Comunicações - na Foto, o Virgílio do Vale (sentado) apresentara Monsenhor Luciano Guerra (de pé) -.



Entre os muitos e diversos oradores, esteve o nosso António Manuel Correia (casaco branco), com a comunicação: "Percursos de Discernimento Vocacional - no Noviciado"



Diariamente, havia a Celebração da Eucaristia (aqui, D. António Marto a presidir).



Também houve lugar para SARAU recreativo, diversificado e bem concorrido.





Anunciadas as CONCLUSÕES GERAIS, ainda que sujeitas a modificações e melhoria.



Finalização do Congresso com a EUCARISTIA, na Igreja da SS. Trindade




Ainda que tivessem sido 11 os Ex-Alunos do Seminário de Vinhais a participar, alguns tiveram que partir para suas casas antes da FOTO de Família. Daí, só alguns posarem. São eles, da Esq. para a Dta:
Diamantino Augusto Alves, F. Cordeiro Alves, esposa de F. Cordeiro Alves, Emílio Falcão, esposa de Emílio Falcão, Francisco Fernandes Martins, Esposa de Francisco F. Martins, esposa de José Fernandes, José Fernandes.


Depois de um rico almoço, no Centro Paroquial de Fátima, mais uma Foto de alguns nossos Congressistas (da Esq. para a Dta):

Diamantino Augusto Alves, Emílio Falcão, esposa de José António Felgueiras, José António Felgueiras, José Fernandes, F. Cordeiro Alves, António Augusto Estácio, esposa de António Augusto Estácio.


*******

Entre outras Conclusões, pairou no espírito de todos os Congressistas a intenção de, com alguma probabilidade de concretização, repetir este tipo de Congressos! Talvez seja a PRIMEIRA PROFECIA a poder potenciar outras mais!




quinta-feira, abril 23, 2009

CONVITE para a Festa de S. José Operário / Seminário de Bragança



Um click nas imagens
Caros Ex-Alunos do Seminário de Vinhais!
O Senhor Reitor do Seminário de S. José de Bragança torna público e, naturalmente, extensível aos Antigos Alunos, o CONVITE para a Festa de S. José Operário, a realizar no dia 01 de MAIO de 2009, pelas 16.00 horas.
Se pudermos, também marcaremos presença. Mesmo à distância, apresentamos PARABÉNS e manifestamos o apreço pela reabilitação do edifício do Seminário.

Um abraço de lembrança para o último fim de semana de Junho, em Vinhais!


terça-feira, março 24, 2009

Convocatória para o 21.º Encontro - 2009


Encontro dos Antigos Alunos
do Seminário de S. José Vinhais/Bragança

Convocatória



Caríssimo Amigo e Antigo Companheiro:

As nossas melhores saudações, enquanto nos permitimos recordar-te a data de um grande dia – a do encontro dos Antigos Alunos dos Seminários de S. José de Vinhais/Bragança, este ano a 27 e 28 de Junho próximo, com os caloiros de 1958/59, como mordomos.
Não é demais lembrar-te como seria agradável contar com a tua presença, acompanhado, se assim entenderes, pela tua família e por amigos.
Este ano será o 21.º encontro, o qual procurará, como sempre, cumprir os objectivos há muito traçados, entre os quais relembrar saudosos espaços, protagonizar a saudável partilha de muitas recordações com companheiros de outros tempos, bem como retomar a longínqua vivência de uma infância e de uma juventude que ali receberam quantos valores foram necessários para ajudarem a crescer no maior dos equilíbrios.
Requerendo a presença de todos, a Organização apela sobretudo para aqueles que ainda não estiveram nestes nossos encontros.
Comparece! Vem confraternizar! Vem renovar aqueles valores!
Mas não te esqueças de trazer a voz bem afinada e muita animação. Faz-te acompanhar também da viola ou da guitarra, do cavaquinho ou do bandolim, do acordeão ou da concertina, da gaita-de-foles ou da gaita-de-beiços, da pandeireta ou da caixa de rufar, do bombo, do reco-reco, do tambor ou doutro instrumento musical que domines. Vais ver que festa!
Aviva, então, na tua agenda os dias 27 e 28 de Junho de 2009.
Ah! E mais! Para pernoitar, o Seminário dispõe de quartos que, desde já, aguardam o pedido de reserva.
Para outras informações, incluindo a Acta do encontro de 2008, consulta –
www.amigos-seminario-vinhais.blogspot.com


Por último, devido a razões logísticas, faz a tua inscrição informando quando vens e quantos contigo vêm, e remete-a, até 19 de Junho, para:

Emílio António Raposo Falcão
Bairro de Santiago
Rua Poças de Figueiredo – Lote 49
5300-708 Bragança
(Telefone – 273 382 524/Telemóvel – 962 963 913).
Ou
Manuel António Gouveia
Rua de Baixo – Viv. Santo António
Parada
5350-280 Alfândega da Fé
(Telefone – 279 459 176/Telemóvel – 966 284 782).

Notas –1. A Comissão lamenta informar que, a partir do próximo ano, deixará de enviar a Convocatória aos ex-colegas que, tendo sido convocados, nunca compareceram e nem, ao menos, deram uma justificação da sua ausência.
2. Nos próximos dias 24, 25 e 26 de Abril, vai realizar-se em Fátima o I Congresso de Antigos Alunos dos Seminários, subordinado ao tema Da Memória à Profecia. Para te informares sobre o Congresso, consulta o site
www.santuario-fatima.pt Estamos todos convidados. Também poderás aceder pelo nosso blog referido acima.
Lembramos, entretanto, que as inscrições terminam em 10 de Abril próximo.

Renovamos as nossas melhores saudações.
Bragança, 24 de Março de 2009
A Comissão
…………………………………………………………………………………………….

PROGRAMA


Sábado27 de Junho
13,00 Horas – Almoço
15,00 “ - Circuito de recordações
18,00 “ - Ensaio para o convívio
20,00 “ - Jantar
21,30 “ - Convívio ao serão
Domingo28 de Junho
10,00 horas – Ensaio de cânticos
11,00 “ - Eucaristia
13,00 “ - Almoço
- Despedida
*Falando de preçário, o mesmo rondará o do ano passado.

ACTA 2008 - 20.º Encontro


Acta do 20.º Encontro de Ex-Seminaristas de Vinhais/Bragança

Aos dias vinte e oito e vinte e nove de Junho de dois mil e oito, das treze horas do primeiro e pela tarde do segundo dia, decorreu, no Seminário de Vinhais, o vigésimo Encontro dos Ex-Seminaristas dos Seminários de Vinhais e de Bragança, com a seguinte ORDEM DE TRABALHOS:---------------
Um – Informações. ----------------------
Dois – Intervenções. --------------------
Três – Outros assuntos. ----------------
Ponto um – Informações – Após os cumprimentos e o almoço de sábado, a tarde repartiu-se entre o convívio à mesa do café; o passeio ao Parque Biológico de Vinhais; o ensaio de canções e a afinação dos instrumentos musicais para o serão.
Ao jantar, foi dada continuação ao diálogo há um ano esperado, enquanto se foi saboreando o feijão chícharo com bacalhau e couve-galega, tudo regado com o melhor azeite.
Durante o serão, à medida dos anos anteriores, além de conversas animadas, foi a festa com anedotas, canções e serenatas, acompanhadas à viola e à guitarra, não faltando também exibições de violino e de gaita-de-foles.
No domingo, a missa foi celebrada pelo Padre Telmo Ferraz, que, com enorme emoção, nos trouxe gratas recordações do tempo que por aqui passou e nos falou da sua inesquecível experiência por terras de Angola. Como sempre, o Coro acompanhou a missa, com vozes experientes e vigorosas, sob a batuta do Virgílio Vale.
Seguiu-se o tradicional, bem servido, muito animado e participado almoço.
Depois, a despedida, a pensar já com entusiasmo no próximo encontro.
Ponto dois – Intervenções – Entre as histórias de vida que há sempre para contar, foi aqui trazido o testemunho de um antigo colega que conta já com a bonita idade de cem anos.
João Conceição Costa, com aquela idade, enviou ao “Dig.mo Cónego da Diocese de Bragança e Miranda” um cartão a informar que organizou “um pequeno livro com o 50.º Aniversário do Seminário que” resolveu enviar-lhe, informando que poderá dispor de mais alguns exemplares.
Foi logo decidido por unanimidade remeter ao João Conceição Costa uma resposta ao testemunho que nos deu, a qual, com o referido cartão, irá ser postada no nosso blog.
Usaram também da palavra: Francisco Formariz para nos falar da obra do Padre Telmo Ferraz na Casa do Gaiato e do Virgílio Pires, como “pessoas que honram esta Casa”; o Padre Telmo Afonso, trazendo-nos algumas relevantes memórias da vida no Seminário; o Emílio Falcão, que, preocupado com a necessidade da revitalização e a dinamização dos encontros, sugeriu que sejam lançadas ideias para essas revitalização e dinamização, afirmando ainda ter de se tornar obrigatória a inscrição para os encontros, necessária a uma logística eficaz; o Albano Mesquita, retomando a questão da constituição de uma Associação de ex-alunos dos Seminários, a qual vem reunindo o consenso de alguns, versus o de outros, que preferem manter estes encontros informais; e o Manuel Gouveia para nos falar sobre o convite, a formalizar, para uma nossa representação no próximo Congresso dos Antigos Alunos do Seminário de Vila Real.
Foi feita referência ao Parque Biológico de Vinhais, como um bom exemplo de preservação da Natureza, sugerindo-se a visita a esse Parque.
Como sempre tem vindo a fazer, o Cordeiro Alves referiu o nosso blog como um bom meio para saber “Quem Somos?”, convidando todos a visitá-lo.
Outros participantes tiveram a oportunidade de falar sobre estes encontros, salientando o são convívio e as recordações que os mesmos nos proporcionam.
Ponto três – Iniciando as despedidas, falou o Falcão que, em nome da Comissão Organizadora, agradeceu a presença dos participantes e desejou a todos um bom ano.
E não havendo mais nada a tratar, deu-se por encerrado o encontro de que se lavrou a presente acta, a qual vai ser remetida ao blog para aí se dar a conhecer aos interessados.

Redigiu:
Manuel António Gouveia

Saudações e até para o ano!